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	<description>Pondo a verdade em foco</description>
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		<title>Rótulos indicam a presença de celíacos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 01:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[Fora da ordem e do progresso]]></category>
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		<category><![CDATA[Glúten]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava ouvindo a rádio outro dia e me deparei com a notícia de que os produtos da marca Ajinomoto estavam sendo retirados do mercado por não assegurar que o glúten, substância prejudicial àqueles diagnosticados com a Síndrome Celíaca, não estivesse na composição do produto. Por isso, resolvi postar essa matéria que fiz há algumas semanas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=703&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava ouvindo a rádio outro dia e me deparei com a notícia de que os produtos da marca Ajinomoto estavam sendo retirados do mercado por não assegurar que o glúten, substância prejudicial àqueles diagnosticados com a Síndrome Celíaca, não estivesse na composição do produto. Por isso, resolvi postar essa matéria que fiz há algumas semanas, agora no blog.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Os brasileiros contam com o auxílio da Anvisa para saber o que podem ou não comer</em></p>
<p>Ao observar os rótulos de produtos é possível constatar a seguinte informação: contém glúten, ou o contrário. Isso é uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para auxiliar as pessoas diagnosticadas com a Síndrome Celíaca. Os celíacos são alérgicos ao glúten – proteína presente no trigo, na aveia, na cevada, no malte, no centeio e em derivados. A doença pode causar diversos problemas de saúde, como osteoporose. A exigência ocorre desde 2001.<span id="more-703"></span></p>
<p>A dona da <a href="http://www.finafarinha.com/">Fina Farinha</a> Egle Regina Alves resolveu abrir com o marido um negócio voltado para o público que não pode ter na dieta alimentos com glúten ou lactose e ovo. Segundo ela, havia uma carência no mercado, o que possibilitou o empreendimento de ofertar produtos industrializados e artesanais. “Pão é o que mais sai. A mentirinha de queijo imita o pão de queijo”, diz.</p>
<p>A empreendedora diz que tudo começou quando uma amiga sugeriu que ela fizesse produtos sem glúten. Depois de pesquisas e conversas com professores da Universidade de Brasília (UnB), com especialidade em gastro e nutrição, ela viu a importância da ação. Hoje ela faz parte da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra), que de acordo com o estatuto, tem o objetivo de apoiar e colaborar com as demandas dos celíacos por diagnósticos e possíveis meios de tratamento.</p>
<p>Egle Alves começou a criar e inovar receitas. “Elas foram feitas para pessoas celíacas, mas também atende a pessoas com autismo e síndrome de dawn. Porque o glúten acelera o sistema nervoso e alguns médicos aconselham não comer”, explica. Segundo ela, a maior gratificação em ter aberto o negócio há pouco mais de quatro anos é poder atender principalmente crianças. Ela lembra a felicidade de um menino quando pôde comer pão pela primeira vez. “Quem é celíaco não tem remédio. É tirar o glúten da dieta”, diz.</p>
<p>Petra Fortes foi diagnosticada como celíaca há três meses por um exame de sangue. Para ela, a doença não é muito divulgada. “Não tem propaganda ou campanha específica para falar sobre isso”. Foi preciso passar por vários médicos e diagnósticos de alergia para chegar à razão do problema. Ela sentia muitas reações e agora sabe que eram indícios da doença. Enxaqueca esporádica, vômitos e pele empolada. O endocrinologista dela verificou que o intestino delgado já não era mais capaz de absorver nutrientes. Ela enfatiza que o acompanhamento com o nutricionista é essencial, já que o tratamento tem base na dieta.</p>
<p>A nutricionista Maíra Attuch adverte que, caso o celíaco coma alimentos com glúten ele vai agredir o intestino. Ela explica que, por ser uma doença alto-imune as dobrinhas do intestino desaparecem, o que impossibilita a absorção de nutrientes. Isso causa uma debilitação do organismo, evidenciada pela perda de peso constante.</p>
<p>“Estou apanhando muito para aprender aonde ir para comprar comida e comer. Comer fora é o pior”, expõe Fortes. Ela diz ter de explicar ao garçom todo o histórico da doença para fazer-se compreender quando fala que não pode ingerir glúten. Petra cita como exemplo a vez em que pediu um peixe e alertou que teria de ser feito sem farinha. A resposta do garçom foi: sem farinha o peixe gruda na panela e se desmancha. Segundo ela, em geral as pessoas não compreendem a situação, porque não têm conhecimento sobre o assunto.</p>
<p>A funcionária do Ministério da Saúde Mariane Veroti estava na Fina Farinha fazendo compras. Foi a primeira vez que entrou no estabelecimento. Ela contou que estava indo no aniversário de uma amiga que tem alergia a leite e a farinha. “Parece tudo muito gostoso. Eu sei que ela vai adorar”, afirma. Veroti também disse que por ter sofrido de pancreatite aguda conhecer a loja será uma boa oportunidade para mudar o estilo de alimentação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/703/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=703&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O princípio do fim chega perfeito</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 23:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleção de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Final]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter 7]]></category>
		<category><![CDATA[longa]]></category>
		<category><![CDATA[Parte I de Harry]]></category>
		<category><![CDATA[Relíquias da Morte]]></category>

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		<description><![CDATA[A parte I do final de “Harry Potter – E as relíquias do mal” retrata, como em todas as guerras, os ânimos dos personagens que se conciliam de acordo com o estranhamento da situação. As relações são moldadas mais do que nunca a partir da confiança. E entre tantos momentos dramáticos as piadas marcam espaço [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=696&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parte I do final de “Harry Potter – E as relíquias do mal” retrata, como em todas as guerras, os ânimos dos personagens que se conciliam de acordo com o estranhamento da situação. As relações são moldadas mais do que nunca a partir da confiança. E entre tantos momentos dramáticos as piadas marcam espaço como parte importante do enredo. A quebra de momentos que, por vezes, podem levar ao choro com cenas típicas do humor inteligente e sarcástico transmite a sensação de inconstância de sentimentos em um momento de guerra.
<a href='http://gabrielamiranda.wordpress.com/2010/11/18/o-principio-do-fim-chega-perfeito/harry-potter-deathly-hallows-7-e1282042487712/' title='Harry-Potter-Deathly-Hallows-7-e1282042487712'><img data-attachment-id='697' data-orig-size='620,412' data-liked='0'width="150" height="99" src="http://gabrielamiranda.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-deathly-hallows-7-e1282042487712.jpg?w=150&#038;h=99" class="attachment-thumbnail" alt="Harry-Potter-Deathly-Hallows-7-e1282042487712" title="Harry-Potter-Deathly-Hallows-7-e1282042487712" /></a>
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<a href='http://gabrielamiranda.wordpress.com/2010/11/18/o-principio-do-fim-chega-perfeito/harry-potter-7-600x450/' title='harry-potter-7-600x450'><img data-attachment-id='699' data-orig-size='600,450' data-liked='0'width="150" height="112" src="http://gabrielamiranda.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-7-600x450.jpg?w=150&#038;h=112" class="attachment-thumbnail" alt="harry-potter-7-600x450" title="harry-potter-7-600x450" /></a>
</p>
<p><span id="more-696"></span></p>
<p>O filme foi montado sem sutilezas e ao mesmo tempo o corte de uma cena a outra é uma transição que passa a sensação de agilidade, o que se faz necessário, já que as cenas são em grande parte tomadas externas – sem muitos detalhes criados com efeitos especiais, como em Hogwarts. Os três amigos viajam pelas lembranças de Hermione para lugares praticamente desérticos. Enquanto tentam sobreviver para encontrar a solução das charadas que levaram a localização das horcruxes – partes da alma de Voldemort – que devem ser destruídas. A solidão é muito explorada. Assim como as inseguranças de cada um.</p>
<p>A tensão amadurece junto com a interpretação dos atores principais, agora representando adultos. Mas quem se destaca é Rony (Rupert Grint) com uma atuação sóbria, digna de atores ingleses. Talvez nos outros filmes o cenário e os efeitos especiais digam mais do que os personagens inseridos no contexto. Dessa vez as atuações podem muito bem lembrar as de peça de teatro no sentido de destacar com intensidade a expressividade de cada um, o que deixa o cenário em segundo plano como um complemento.</p>
<p>A cena que demonstra o tom que percorrerá o filme é a de Hermione em casa com os pais. Onde ela usa a magia para retirar as lembranças de si mesma como parte da família. Ela vai sendo apagada de todos os porta-retratos espalhados pela casa. Isso conta muito sobre a jornada solitária dos três amigos. O testamento de Alvo Dumbledore é o ponto que remete a jornada do herói de Campbel. A herança deixada por ele beneficia os três e indicam as possíveis situações que virão.</p>
<p>Fique atento a história dos três irmãos contada em animação. Esse filme talvez até mais que os outros é uma constante trilha de pequenas pistas que levam o espectador a imaginar a continuação final. Cenas de tortura conseguem se equilibrar com a intenção de esperança. A trilha de Alexander Desplat está para este filme como o bem casado em casamentos, o desfecho perfeito para cada uma das cenas fotografas pelo diretor, David Yates</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/696/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=696&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Influência cultural marca as negociações internacionais</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 21:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pauta de cada dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a cultura é utilizada durante as negociações entre os representantes de países; diplomatas levam em consideração costumes locais Descobrir como a cultura é capaz de influenciar as decisões no decorrer de uma negociação é interessante para desempenhar o papel de diplomata. Ter noção de que os hábitos e as interações ao redor do mundo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=692&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como a cultura é utilizada durante as negociações entre os representantes de países; diplomatas levam em consideração costumes locais</em></p>
<p>Descobrir como a cultura é capaz de influenciar as decisões no decorrer de uma negociação é interessante para desempenhar o papel de diplomata. Ter noção de que os hábitos e as interações ao redor do mundo podem ocorrer de diferentes formas auxilia na hora de traçar um plano de discussão e apresentar uma proposta. Apenas no Instituto Rio Branco é feita a preparação de diplomatas em diversos âmbitos, inclusive o cultural. Saber que a conquista de territórios passou a ser uma função articulada pelo alcance da globalização faz parte do ensinamento.</p>
<p>O diplomata formado em direito internacional Arnaldo Salabert fez parte do Departamento Cultural do Itamaraty. Ele explica dois termos utilizados em relações internacionais para descrever a habilidade de um Estado influenciar de indiretamente o comportamento e interesses de outros países a partir da cultura: hard power e soft power.<span id="more-692"></span></p>
<p>Ao citar o exemplo dos Estados Unidos, o diplomata, demonstra a projeção do poder que os Estados têm como Produto Interno Bruto (PIB), força militar, recursos minerais, naturais entre outros. Isso, segundo ele, é a representação do hard power.</p>
<p>O soft power determina a facilidade da introdução da cultura de um determinado país em outros. De acordo com ele, a difusão cultural feita pelos Estados Unidos se reflete na exportação da música e do cinema. “Todo mundo conhece os Estados Unidos sem nunca ter ido lá. Já faz parte do imaginário popular”. Para ele, isso é importante porque os países não impõem mais sua vontade pela força. Eles procuram manter relações pacíficas e o meio para persuadir e negociar é a simpatia.</p>
<p>Nesse sentido as ações do Brasil junto à Unesco são baseadas no objetivo de respeitar e promover a diversidade, o direito à cultura, o diálogo intercultural, a cultura de paz e a preservação do patrimônio cultural. Um dos desafios identificados para preservar a tradição cultural é conciliar isso aos novos processos de desenvolvimento. O discurso da França, por exemplo, é o de que os subsídios agrícolas oferecidos para produtores de vinho e queijo são uma tentativa de cultivar e manter as tradições culturais.</p>
<p>O diplomata brasileiro se preocupa com a tendência de o produto da globalização ser a uniformização da cultura. “Todo mundo acaba formando as mesmas referências”. O resultado disso, para ele, é a criação de uma cultura urbana geral. “Até a comida fica parecida”. Para enfatizar a afirmação ele cita o exemplo dos chineses que não tinham o costume de comer carne bovina e agora comem no Mc Donald´s. No entanto, na Itália, por exemplo, o restaurante fast-food se viu obrigado a adaptar o cardápio à tradição culinária do país.</p>
<p><strong>Negociações entre países</strong></p>
<p>O interesse em participar do cenário internacional de maneira ativa atrai não só os profissionais de relações internacionais. O ator formado em artes cênicas pela Universidade de São Paulo (USP) João Luiz estuda agora para entrar no Concurso de Admissão do Instituto Rio Branco (IRBR) e iniciar a carreira diplomática no cargo de terceiro secretário. O que despertou o interesse dele por conhecer outras culturas ao redor do mundo foi o intercâmbio para a Inglaterra do qual participou depois da graduação. Para ele, o diplomata deve ser bastante tolerante e compreensivo com os hábitos e costumes de outros países. “Quanto mais souber da cultura da pessoa e como ela vê as coisas melhor será o resultado da negociação”.</p>
<p>A questão mais relevante envolvendo cultura nas negociações, descrita pelo cientista político Aninho Irachande, é precisar ter um parâmetro de comparação para melhor entender a origem da cultura nacional. Segundo ele, isso exige uma abstração grande para compreender o que se passa em outros países. “Aprender a cultura de outro é o primeiro passo para a convivência. Se colocar no lugar do outro, tendo acesso a informações sobre ele”, explica. Ele acredita que não se pode isolar do mundo e se privar das experiências de outros povos.</p>
<p>Ainda segundo Irachande, no que diz respeito a países, cada um pensa nos respectivos povos. É preciso construir seus objetivos sem prejudicar os outros. Conhecer as intenções e propósitos, saber limites de até onde pressionar, exigir, e do que o outro pode abrir mão. “É preciso saber reconhecer as intenções dele [o país em questão] ao se sentar do lado oposto ao seu na mesa, na hora de discutir e negociar”, afirma o cientista político.</p>
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		<title>Empresas brasileiras vêem China como destino</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fora da ordem e do progresso]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Econômico]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB chinês]]></category>

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		<description><![CDATA[Crescimento de 10% ao ano incentiva empresas nacionais a buscar o mercado asiático Existem em torno de 45 empresas brasileiras estabelecidas na China segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex-brasil). Com base nos dados da Secretaria de Comercio Exterior (Secex), o principal mercado e destino das exportações do Brasil é o asiático, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=688&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em>Crescimento de 10% ao ano incentiva empresas nacionais a buscar o mercado asiático</em></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Existem em torno de 45 empresas brasileiras estabelecidas na China segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex-brasil). Com base nos dados da Secretaria de Comercio Exterior (Secex), o principal mercado e destino das exportações do Brasil é o asiático, que chega a cerca de 30% de toda a exportação brasileira até maio deste ano. A parcela referente à China até junho foi de US$ 13,5 bilhões, o que equivale a um crescimento de 18,9% comparado com o mesmo período do ano passado. Entre os produtos exportados estão minério de ferro, soja, petróleo, couro e pasta de celulose.<span id="more-688"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Em 2009 a China passou a ocupar a 1ª posição no ranking mundial dos principais exportadores mesmo depois da participação do país no mercado externo ter caído 16% em relação ao ano anterior, chegando a 9,6% em razão da crise econômica de 2008. A participação do Brasil foi de 1,2%. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a população da China é de 1,3 bilhão de pessoas. O país consome cerca de 40% da produção total, investe 24% e vende 36%. De acordo com o economista Newton Marques, a renda em torno de US$ 3 mil dos chineses não é suficiente para comprar os produtos brasileiros.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ninguém tem dúvida de que a China é considerada a segunda maior economia do mundo por conta do crescimento”., diz o economista. “Em geral você tem que produzir bens e serviços para essas pessoas, então você tem que correr.” De acordo com o executivo brasileiro que há quatro anos mora na China Rafael Daher, a presença brasileira na China tem a tendência de crescer desde que a política atual seja feita uma maior abertura ou mantida. Haverá mais presença de empresários, funcionários de multinacionais, estudantes e turistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre as empresas brasileiras situadas na China estão a companhia Vale do Rio Doce, a Petrobrás e a Embraer, que já é uma subsidiária integral. Segundo Marques, esse termo equivale a como se a Embraer China, sediada em Pequim fosse a própria matriz. “Como se estivesse lá dentro como propriedade chinesa”, explica o economista.</p>
<p style="text-align:justify;">A Embraco tem parceria com a empresa chinesa Snowflake e fabrica compressores para geladeiras na China. “Em geral o chinês só aceita você ir pra lá se você pode fazer uma parceria, geralmente é por join-venture, aventura conjunta.”, afirma o economista. Uma join-venture é uma parceria, ou seja, uma empresa não pode entrar no mercado sem o apoio de outra empresa.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Rafael Daher, a cortesia é uma característica marcante no país. As negociações na china acontecem durante reuniões onde é servido chá ou água quente aos convidados. Para o executivo ao aprimorar a compreensão da vasta cultura chinesa a qualidade do convívio e do trabalho aumentam. “É muito importante construir um bom relacionamento com as pessoas e endereçar os assuntos a pessoa chave dentro de uma organização para que as metas sejam cumpridas dentro do prazo determinado”, expõe o empresário.</p>
<p style="text-align:justify;">Através das janelas de onde esteve, o executivo, que já visitou cerca de 15 cidades chinesas, pôde capturar a imagem de Hong Kong onde, segundo ele, o Ocidente encontra-se com o Oriente, constituindo uma cidade moderna e arborizada, com muitas pessoas. E em relação a Pequim, o que chama atenção aos olhos dele são os belos jardins e arranha-céus, além do contraste entre a arquitetura moderna e a tradicional chinesa, paisagens para o tráfego intenso. “Uma bela cidade”, afirma o brasileiro.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/688/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=688&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bate e rebate: o jogo da entrevista</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[abre]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista tipo pingue-pongue é a publicação literal (transcrição fiel) – embora possa ser feita uma seleção dos melhores trechos – de perguntas (repórter) e respostas (entrevistado). Em geral as perguntas devem ser curtas, claras e objetivas. Esse tipo de entrevista conta com o abre/lidão – um pouco maior que o Lead tradicional – que é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=681&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista tipo pingue-pongue é a publicação literal (transcrição fiel) – embora possa ser feita uma seleção dos melhores trechos – de perguntas (repórter) e respostas (entrevistado).  Em geral as perguntas devem ser curtas, claras e objetivas. <span id="more-681"></span></p>
<p>Esse tipo de entrevista conta com o abre/lidão – um pouco maior que o Lead tradicional – que é um tipo de introdução a entrevista. Nele pode ser abordado o comportamento e trejeitos identificados pelo repórter a partir de uma breve descrição do perfil do entrevistado; discorrer sobre o local ou situação (contexto); e fazer referência ao conteúdo da discussão.</p>
<p>No pingue-pongue segue-se o principio de relevância no que se refere à fonte e ao assunto tratado.</p>
<p>Há também o mini pingue-pongue que segue as mesmas premissas, mas geralmente é composto por apenas cinco perguntas e respostas.</p>
<p>Fonte: Manual de redação da Folha de S. Paulo</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/681/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/681/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=681&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo Público mostra o percurso do dinheiro público</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 13:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Jornalismo público, segundo Luiz Martins, é todo aquele que evolve dinheiro público e ações que possam afetar a esfera pública, pois diz respeito ao interesse público. Ou seja, “onde há dinheiro público, há interesse público”, afirma ele. “Quanto mais oculto está um fato a ser denunciado, mais ele está sobrecarregado de valor-notícia”, conclui ele. Esse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=677&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalismo público, segundo Luiz Martins, é todo aquele que evolve dinheiro público e ações que possam afetar a esfera pública, pois diz respeito ao interesse público. Ou seja, “onde há dinheiro público, há interesse público”, afirma ele.</p>
<p>“Quanto mais oculto está um fato a ser denunciado, mais ele está sobrecarregado de valor-notícia”, conclui ele. Esse fato sigiloso é sintoma de que algo está sendo sonegado à visibilidade própria da vida pública.<span id="more-677"></span></p>
<p>Segundo Martins, a esfera pública é um espaço de mediação (da produção de sentido) e da midiação (enquadramento dos temas pelos meios de comunicação), é o espaço da polêmica.</p>
<p>De acordo com o jornalista, existe o direito a informação (que obriga a haver a transparência das ações do governo); a necessidade da informação (para que o leitor possa formar uma opinião e se colocar a respeito do assunto); e a vontade da informação (que gera leitores ávidos por novas informações).</p>
<p>O jornalismo público é mais bem exemplificado pelo caso Watergate que foi o trabalho investigativo de dois repórteres que sobrepuseram o interesse público sobre o privado, que no caso é referente ao presidente Nixon.</p>
<p>Martins afirma que o jornalismo institucional também apresenta informações interessantes mesmo que em forma de releases, que auxiliam a apuração dos jornalistas muitas vezes com a tradução da linguagem coorporativa (técnica).</p>
<p>Luiz Martins afirma que o que difere é se a informação é advinda de dentro da redação (pautado pelo jornalista) ou se de fora da redação (coletivas ou releases). As informações têm que ser relatadas (descritas e contextualizadas) de maneira objetiva sem espaço a interpretações por parte do jornalista. A interpretação cabe ao leitor.</p>
<p>Fonte: Jornalismo Político por Roberto Seabra e Vivaldo de Sousa (Ed. Record, 2006)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/677/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=677&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Investigação classifica o jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 09:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Solano Nascimento]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir da tese de doutorado de Solano Nascimento, é possível afirmar que há uma diferença entre o jornalismo investigativo e o jornalismo sobre investigação. Para ele, o primeiro se refere ao que é feito por repórteres que se dedicam exclusivamente a atividade de investigação; os jornalistas têm mais tempo para apurar as informações e, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=675&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da tese de doutorado de Solano Nascimento, é possível afirmar que há uma diferença entre o jornalismo investigativo e o jornalismo sobre investigação. Para ele, o primeiro se refere ao que é feito por repórteres que se dedicam exclusivamente a atividade de investigação; os jornalistas têm mais tempo para apurar as informações e, geralmente são responsáveis por denúncias, o que torna o trabalho de apuração mais minucioso por causa da responsabilidade pelas conseqüências da publicação.<span id="more-675"></span></p>
<p>Solano acredita que jornalismo sobre investigação seria um trabalho feito em cima de informações fornecidas aos jornalistas, e consistiria em divulgar informações levantadas por fontes oficiais. Os profissionais não teriam tido a idéia de apurar sobre determinado fato, isso teria sido dado a eles. E conclui em sua tese que o número de reportagens sobre investigação aumentou – especialmente as oriundas do Ministério Público – que não ocorreu no caso das reportagens investigativas.</p>
<p>Wladimir Gramacho tem a opinião de que ambos, jornalismo investigativo e sobre investigação, são referentes à mesma pratica jornalística ancorada na apuração, e, por isso, sem diferenciação entre eles a não ser na forma de contato com a informação. Gramacho diz que as informações se dividem em três tipos: públicas, privadas e sigilosas. Na Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) os integrantes articulam mudanças na legislação para que os jornais consigam ter acesso livre a processos (segredo de justiça), dados e informações.</p>
<p>Fontes: Jornalismo político por Roberto Seabra e Vivaldo de Sousa (Ed. Record. SP. 2006); Manual de redação da Folha de S. Paulo; Tese de doutorado de Solano Nascimento;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/675/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/675/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=675&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Erro necessário?!</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 20:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Deu no New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[Erro]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[A busca pela verdade é um preceito para o jornalismo. Na prática essa verdade deve ser alcançada a partir de métodos objetivos, em vez de ser compreendida como objetivo final. Essa afirmação é referente ao pressuposto estabelecido por Kovach e Rosenstiel no livro “Elementos do Jornalismo” para exercer a profissão de repórter. O ombudsman da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=672&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A busca pela verdade é um preceito para o jornalismo. Na prática essa verdade deve ser alcançada a partir de métodos objetivos, em vez de ser compreendida como objetivo final. Essa afirmação é referente ao pressuposto estabelecido por Kovach e Rosenstiel no livro “Elementos do Jornalismo” para exercer a profissão de repórter.</p>
<p>O ombudsman da Folha de S. Paulo defende um argumento similar ao apresentar as constatações de erros por parte dos colegas na coluna intitulada: “Errar é parte da busca pela verdade”, assinado por Carlos Eduardo Lins da Silva.<span id="more-672"></span></p>
<p>Nessa coluna do dia 7 de fevereiro deste ano ele explora, a partir das erratas, a maneira como o jornal lida com os erros publicados. Para isso, ele cita exemplos de equívocos cometidos por dois presidentes norte-americanos – de grande destaque na mídia em contextos diferentes – e a postura assumida por cada um deles.</p>
<p>O primeiro a ser citado é o presidente Barack Obama que, pela atitude de admitir seus próprios erros em relação à administração referente ao mandato dele, é retratado por Carlos da Silva como um caso raro entre pessoas públicas, “políticos e jornalistas em partícular” completa ele.</p>
<p>A honestidade de Obama foi comparada a falta da mesma por parte de Richard Nixon em referencia a um caso notório no jornalismo norte-americano, o Watergate.  Nixon só assumiu sua culpa anos depois de renunciar ao cargo, para evitar o que teria sido o primeiro impeachment presidencial nos Estados Unidos. A façanha por traz da busca pela confissão dele foi retratada no filme Frost/Nixon.</p>
<p>No entanto a verdadeira crítica do ombudsman é direcionada aos jornalistas que têm relutância a assumir o erro. Para Silva, reconhecer os equívocos cometidos num jornal equivale a limitar futuras ocorrências e dar ênfase à verificação e transparência de quem são as fontes e o contexto em que as afirmações estão inseridas.</p>
<p>A humildade é outro critério de Kovach e Rosenstiel e pode ser muito útil na hora do jornalista se preparar para uma entrevista. As fontes são canais de informação, mas não se deve chegar a uma entrevista sem ter feito uma apuração prévia sobre os possíveis temas a serem discutidos lendo tudo o que houver e tirar dúvidas com alguém de confiança, essas são algumas das dicas de Cremilda Medina, autora do livro “Entrevista o diálogo possível”.</p>
<p>De acordo com o livro, “Elementos do jornalismo” é a verificação que possibilita a aproximação do leitor aos fatos sem temer o que o colunista coloca como fenda entre a realidade e sua representação. O que pode ser evidenciado no jornalismo literário feito por Gay Talese e Tom Wolfe, para citar alguns. Eles conseguiram criar um novo gênero ao juntar os elementos da narrativa literária como a descrição e a apuração detalhada, que caracteriza o bom jornalismo.</p>
<p>A representação do fato é algo que pode ser feito de diferentes pontos de vista o que não significa acrescentar informações descontextualizadas. Segundo Luiz Pereira Junior, em seu livro “Guia para a edição jornalística” é dever do jornalista distinguir o que é dito em resposta à perguntas e o que é dito espontaneamente.  Não cabe ao jornalista inventar personagens e falas ou acrescentar artifícios que acredita que darão mais ênfase ao fato. A mesma regra serve para a produção de títulos.</p>
<p>Na errata do dia 15 de junho publicada na Folha na editoria de mercado o título dizia: “Servidor do Cade treina acordo em Yale e Harvard”, o que criava uma falsa expectativa ao leitor que depois foi informado de que o curso ocorreu em São Paulo com professores das universidades estadunidenses.</p>
<p>Os erros acontecem, mas se os jornalistas buscarem a verdade de maneira objetiva, seguindo critérios estabelecidos de acordo com o estilo de cada um é possível minimizar a margem de erro. Existem vários estilos de edição entre eles a cética, baseada em respostas para as possíveis dúvidas que cada trecho do texto poderia causar nos leitores. As perguntas respondidas no lead (quem, onde, quando, porque, pra quê, como, onde) podem muito bem ser utilizadas para verificar a construção do contexto e o uso das declarações durante a edição.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Copom estabelece a taxa Selic em 8,75% sem viés</title>
		<link>http://gabrielamiranda.wordpress.com/2010/01/05/copom-estabelece-a-taxa-selic-em-875-sem-vies/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 23:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fora da ordem e do progresso]]></category>
		<category><![CDATA[Pauta de cada dia]]></category>
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		<description><![CDATA[Como acontece a divulgação do resultado da reunião do Copom e a apuração dos jornalistas para a publicação das notícias que afetam no dia a dia do brasileiro Por: Gabriela Miranda, Nicole Vasconcelos, Mariana Sadeck e Julia Menezes É no Banco Central do Brasil (BC) que acontece de 45 em 45 dias, a reunião do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=629&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Como acontece a divulgação do resultado da reunião do Copom e a apuração dos jornalistas para a publicação das notícias que afetam no dia a dia do brasileiro</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Por: Gabriela Miranda, Nicole Vasconcelos, Mariana Sadeck e Julia Menezes</p>
<p style="text-align:left;">
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">É no Banco Central do Brasil (BC) que acontece de 45 em 45 dias, a reunião do Copom. O edifício, que acompanha a arquitetura moderna da cidade, abriga as decisões mais importantes a respeito da economia do país. Uma delas é a determinação da taxa básica de juros (Selic) – razão pela qual ocorre a reunião – e que serve como parâmetro para o controle da inflação.</p>
<p><span id="more-629"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O encontro dentro do ambiente austero e imponente, guardado por um segurança a cada canto, se dá durante o período de dois dias entre o atual presidente do Copom – Henrique de Campos Meirelles, também presidente do BC – e seus diretores, ordinariamente oito vezes por ano e extraordinariamente quando necessário, por convocação do presidente do Copom.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No primeiro dia de reunião é feita uma contextualização da economia mundial e interna no qual são observados índices e dados dos mais variados. A reunião tem início às 16h e só termina depois das 18h, impreterivelmente, pois é necessário ter ocorrido o encerramento das negociações na Bolsa de Valores (Bovespa), para que não haja especulação.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O resultado da decisão votada pelo colegiado, composto pelos diretores presentes na reunião e seu presidente – que determinará a taxa Selic – é lido pelo assessor de imprensa do BC, Vicente Nunes, em uma nota de aproximadamente cinco linhas para o conhecimento dos jornalistas, que nesse momento estão aguardando em uma sala com os celulares em punho e computadores conectados, para tentar dar a notícia em primeira mão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Para a assessora de imprensa do Banco Central, Érica Andrade, os meios de notícia exercem essa tentativa, quase impossível devido à sincronização exercida entre a assessoria e a divulgação on-line no próprio site do BC, em razão à disputa por segundos. Ainda segundo a assessora o clima na sala é tenso, e quando é dado o comunicado começa o alvoroço – que remete ao pregão da Bovespa.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os jornalistas, de acordo com Érica Andrade, procuram um sinal de modificação entre esta determinação e a anterior na tentativa de interpretar o resultado. Isso é feito de várias maneiras: uma delas é estar atento se a decisão for unânime ou não e as possíveis razões para esse cenário. “O que é diferente é notícia”, afirma a assessora. A mesma coisa ocorre na semana seguinte à reunião, quando é disponibilizada a ata do Copom em português, e no dia seguinte, a tradução em inglês.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Segundo a assessora do BC, existe a tentativa por parte dos jornalistas para facilitar a entendimento dos leitores, mas ainda assim persiste a incompreensão. Pois, para ela, os cidadãos têm dificuldade em relacionar as notícias econômicas com seu dia a dia.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">De acordo com o jornalista da Folha de São Paulo, Eduardo Cucolo – que tem uma mesa fixa na sala de jornalistas dentro do BC – é feita uma pré-apuração por parte dos jornalistas com entrevistas de economistas e professores da Universidade de Brasília (UNB), dentre outros. Todos eles prestam as declarações com base nas possíveis variáveis para o resultado. Cucolo é responsável por sempre elaborar três possíveis matérias para seu jornal sobre a decisão do Copom: uma se a Selic for alterada para mais, outra se for para menos e outra se for mantida. Isso é feito pelo pouco tempo que ele tem para publicar a matéria de acordo com o resultado final.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Selic é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, criado em 1979 pelo Banco Central e pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima) com o objetivo de tornar mais transparente e segura a negociação de títulos públicos. A taxa Selic é a taxa básica de juros usada em operações de bancos e tem influência sobre os juros de toda a economia. O controle da inflação é necessário. Para Érica Andrade “a inflação é um mal que recai sobre os pobres”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Inflação</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">A inflação é um fenômeno monetário medido mensal ou anualmente. Referente ao aumento contínuo e generalizado no valor dos preços e como conseqüência a perda do valor aquisitivo do dinheiro. Penaliza principalmente quem possui dinheiro em espécie não aplicado e que vive de rendimento fixo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Um dos principais objetivos econômicos do governo é estabilizá-la e mantê-la baixa. O índice de inflação em zero significa estabilidade financeira.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Banco Central</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O Banco Central do Brasil (Bacen) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda criada em 1964, que executa as políticas definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fiscalizando, assim, o Sistema Financeiro do país. O Bacen também é conhecido por ser o “banco dos bancos”. Segundo Érica Andrade, “o papel do Banco Central é ser o guardião do valor da moeda”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Além disso, ele é responsável, privativamente, por emitir papel-moeda e moeda metálica nas condições e limites autorizados pelo CMN, regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis, efetuar – como instrumento de política monetária – operações de compra e venda de títulos públicos federais, exercer o controle do crédito sob todas as suas formas, entre outras atribuições.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O “banco dos bancos” normatiza, fiscaliza, autoriza e intervém no sistema financeiro, controlando a liquidez do mercado e dos meios de pagamento. Além de ser o fiel depositário das reservas internacionais do país diante das instituições financeiras internacionais, ele também faz o orçamento monetário e o saneamento do meio circulante (dinheiro).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O cargo de presidente do Banco Central se equipara ao de Ministro de Estado e é escolhido pelo presidente da República sendo, antes de tomar posse, sabatinado pelo Senado Federal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Ata do Copom</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em 20 de junho de 1996 o Comitê de Políticas Monetárias (Copom) foi criado com a finalidade de definir a taxa de juros (taxa SELIC), estabelecer as diretrizes das políticas monetárias e analisar o Relatório de Inflação. Por meio do decreto 3.088/99, as decisões do comitê fixaram como objetivo principal o cumprimento das metas de inflação previamente definidas pelo Conselho Monetário Nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ao final de cada semestre civil (março, junho, setembro e dezembro) o comitê publica o Relatório de Inflação, que analisa com detalhes a conjuntura econômica e financeira do Brasil, assim como faz as projeções para os próximos anos. As decisões tomadas só surtirão efeito após alguns meses, por essa razão, ele serve para sinalizar o mercado para o que acontecerá no futuro da economia do país.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A última ata do Copom de 2009 foi finalizada no dia 21 de outubro, no Edifício Sede do Banco Central em Brasília. O comitê que definiu essa ata foi formado por Henrique Meirelles – Presidente, e pelos diretores do BC Alexandre Antonio Tombini, Alvir Alberto Hoffmann, Anthero de Moraes Meirelles, Antonio Gustavo Matos do Vale, Maria Celina Berardinelli Arraes, Mario Gomes Torós e Mário Magalhães Carvalho Mesquita.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/gabrielamiranda.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/gabrielamiranda.wordpress.com/629/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=629&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>IESB traz grandes nomes do Jornalismo após demissão de professores</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pauta de cada dia]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns meses depois da demissão de parte dos professores de Comunicação Social, entre outros 60, o IESB traz ciclo de palestras em parceria com ex-professores A determinação do MEC (Ministério da Educação) de possuir o total do corpo docente com mestrado gerou a demissão de alguns professores no IESB. Isso levou à manifestação dos alunos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gabrielamiranda.wordpress.com&amp;blog=5195348&amp;post=613&amp;subd=gabrielamiranda&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Alguns meses depois da demissão de parte dos professores de Comunicação Social, entre outros 60, o IESB traz ciclo de palestras em parceria com ex-professores</p>
<p style="text-align:justify;">A determinação do MEC (Ministério da Educação) de possuir o total do corpo docente com mestrado gerou a demissão de alguns professores no IESB. Isso levou à manifestação dos alunos de Comunicação Social, e após esse ocorrido era esperada uma reparação por parte da faculdade. Uma das primeiras providências adotadas foi a parceria com a Escola Livre de Jornalismo, pertencente a dois professores egressos do IESB, que proporcionaram um ciclo de palestras na instituição.<span id="more-613"></span></p>
<p style="text-align:justify;">A parceria entre a Escola Livre de Jornalismo e o IESB foi sugerida por vários alunos insatisfeitos com as demissões, além de ter sido uma opção considerada ao longo das reuniões entre representantes de turma de Comunicação e a nova coordenadora de Jornalismo, a professora Daniela Goulard.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi assim que, no dia 26 de outubro, iniciou-se cinco dias seguidos de palestras, sediadas no auditório do bloco D na Asa Sul, das 19h às 21h. O evento foi promovido em parceria com os jornalistas Leandro Fortes, da Carta Capital, e Olímpio Cruz, assessor de imprensa, ambos sócios na Escola Livre de Jornalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo desse ciclo foi discutir as novas mídias no século XXI e os Blogs dos cinco jornalistas convidados: Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Luis Nassif, Rodrigo Vianna e Marco Weissheimer. A dinâmica das palestras seguiu o seguinte esquema: palestra seguida de perguntas.</p>
<p style="text-align:justify;">O PIG</p>
<p style="text-align:justify;">O discurso eloquente de Paulo Henrique Amorim em relação ao PIG (Partido da Imprensa Golpista), que engloba nomes da grande mídia, como a Rede Globo, foi destaque durante a semana. “O PIG mente, o PIG frauda”, afirmou Amorim. Segundo o jornalista, Lacerda liderou o PIG e ajudou a matar Getúlio, e o PIG conspirou contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde que este foi eleito.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao citar expressões de Ricardo Noblat e Zé Simão como: “Gilmar Dantas” e “Roda Morta”, Amorim provocou risos da platéia, o que ajudou a quebrar o clima de denúncia contra a manipulação da grande imprensa e o papel do PIG, tendo como alvo principal o que ele chama de &#8220;desmandos&#8221; da Rede Globo.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Luiz Carlos Azenha a mídia escolhe alguns escândalos que preenchem determinados interesses políticos, ou seja, as grandes corporações de mídia. “Globo, Abril, Folha e Estadão, noticiam informações de acordo com seus interesses”, declarou Azenha. Nesse contexto, ele argumentou que a internet abriu a possibilidade de um espaço para a criticidade ao contrapor essa maré de informações manipuladas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Rodrigo Vianna, imparcialidade e isenção não existem. “Você não consegue se ausentar da sociedade para falar sobre ela”, afirmou Vianna. “A imprensa é parte do jogo de poder”. “Existem graus e graus de manipulação para ludibriar o público”, completou Rodrigo Vianna.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua formação em história possibilitou que, em sua palestra, Vianna apresentasse uma visão do nascimento dos jornais. “Os jornais nasceram e cresceram para tomar partido” durante a Revolução Francesa, afirmou o escrevinhador – nome do blog. Segundo ele, os jornais possibilitavam o debate público, uma tradição que se perdurou durante o século XIX.  E concluiu com uma crítica aos blogs: “eles repercutem a pauta da grande imprensa”.</p>
<p style="text-align:justify;">Internet e Blogosfera</p>
<p style="text-align:justify;">Sobre as facilidades no âmbito tecnológico, Luis Carlos Azenha comentou: “a estrutura [hoje] é mais acessível e barata para produzir conteúdo”. Mas, segundo ele, isso não significa que o jornal vai acabar e sim que o papel do jornalista na sociedade e dos jornais vai mudar. “É um desafio fascinante [descobrir] qual é o formato da reportagem da internet”, refletiu Amorim.</p>
<p style="text-align:justify;">Azenha, apesar de não ver possibilidade econômica de sobreviver a partir dos blogs prevê que, em cinco anos, os jornalistas serão capazes de sobreviver com um salário médio na internet. E afirmou que, a inclusão digital potencializa não só a informação – potencializa a vida econômica.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Amorim o ponto positivo na internet é o contato e a interação com o leitor que posta comentários e sugere pautas, como faz Stanley Burburinho, um leitor do blog que sempre interage. “Ele é uma fera, ele não deve ter mais nada para fazer”, disse ele. De acordo com Azenha, ele é um preso político dedicado a ser &#8220;rato&#8221; de internet, municiador de blogs que questionam a imprensa.</p>
<p style="text-align:justify;">A internet “força você a ser muito informal no seu relacionamento” com os leitores acrescentou Azenha. Ainda segundo ele, as redes sociais são subestimadas quando na verdade estabelecem uma relação de confiança dada por amigos virtuais ou não quando eles passam uma informação.</p>
<p style="text-align:justify;">Eleições</p>
<p style="text-align:justify;">As eleições de 2010 são pauta, desde já, na grande imprensa. Em relação à possibilidade do presidente Lula contratar, para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o mesmo publicitário que cuidou da campanha de Barack Obama nas últimas eleições estadunidenses, Amorim declarou que “o meio não é a mensagem, o Obama não ganhou as eleições por causa da internet”.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao ser interpelado pela platéia sobre a candidatura da Ministra, Rodrigo afirmou: “Eu tenho dúvida se ela [Dilma] é uma boa candidata, ela nunca foi testada numa eleição majoritária”</p>
<p style="text-align:justify;">Sobre as eleições do ano que vêm: “a internet vai ter um papel decisivo nas eleições” afirmou Azenha. Pois, segundo ele, o político poderá fazer na internet o que a lei eleitoral não permite. Segundo o jornalista – que morou em Washington na época das eleições – o blog do presidente dos EUA, Barack Obama fez sucesso por ter textos e declarações exclusivos – o vice-presidente da chapa foi anunciado pelo twitter.</p>
<p style="text-align:justify;">Confecom</p>
<p style="text-align:justify;">A Confecom (Conferência Nacional da Comunicação), que ocorrerá nos dias 14 a 17 de dezembro em Brasília, foi citada em vários momentos por abordar assuntos relacionados ao tema da palestra como novas mídias e inclusão digital e o poderio da grande mídia.</p>
<p style="text-align:justify;">O Observatório da Imprensa publicou um texto sobre a Confecom que começa assim: “Dizem que as pessoas que não gostam de política têm por castigo serem governadas por quem gosta… Da mesma forma, quem não gosta de comunicação e não tem interesse em saber como ela funciona, para atuar nela a seu favor, também viverá preso em uma jaula invisível, como uma mosca dentro de um vidro.”</p>
<p style="text-align:justify;">Acesse os Blogs:</p>
<p style="text-align:justify;">http://olicruz.wordpress.com/</p>
<p style="text-align:justify;">http://brasiliaeuvi.wordpress.com/</p>
<p style="text-align:justify;">http://www.escolalivredejornalismo.com.br/</p>
<p style="text-align:justify;">http://www.paulohenriqueamorim.com.br/</p>
<p style="text-align:justify;">http://www.rodrigovianna.com.br/</p>
<p style="text-align:justify;">http://rsurgente.opsblog.org/</p>
<p style="text-align:justify;">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/</p>
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