"Foca"da

Pondo a verdade em foco

“The SINEI Post” Conselho de Segurança redige acordo sobre a Coréia

Durante a SINEI (Simulação de Negociação Internacional), escrevi três matérias, publicadas no Jornal “The SINEI Post”. A simulação, foi realizada durante os dias 11 a 14 de setembro de 2008. Com o apoio do meu editor, Pedro Nogueira, pude desfrutar da oportunidade de ter os primeiros vislumbres da alucinada vida de jornalista. Cobri o que acontecia no Conselho de Segurança, que visava discutir o Tratado de Não-Proliferação. Segue a matéria do dia 12/09.

O Conselho de Segurança tem como principal finalidade manter a paz e a segurança internacionais do planeta. Nesta sexta-feira, o Conselho se reuniu para deliberar sobre o tema de Desarmamento e Não-Proliferação de Tecnologias Sensíveis. No entanto, o foco da reunião foi desviado para o Estado Norte-Coreano.

Os representantes da Coréia do Norte enfatizaram a vulnerabilidade de países de terceiro mundo em relação aos cinco membros permanentes, por terem legalizadas juridicamente suas armas nucleares.

Em resposta, a China mediou uma proposta com intuito de fechar lacunas, desencorajando a necessidade de uma defesa maior por parte dos países rotativos. “O que estamos propondo é a eliminação da razão de existência de armas de destruição em massa em países que porventura cogitem tê-las ou já tenham desenvolvido de forma ilegal”, disse o representante da China, Sávio Sousa.

 O acordo sugere “a adoção de um plano por etapas para a desnuclearização bélica da península coreana, em especial da Coréia do Norte”, complementa Sousa. A partir dos pontos expostos no documento de trabalho entregue aos participantes, visando estabelecer um ambiente de confiança mútua entre as partes.

A primeira fase consiste no congelamento dos armamentos nucleares e químicos, contando com múltiplas ajudas, com 40% em relação ao petróleo e alimento de todos os países envolvidos no acordo (ajuda unilateral dos EUA). Além de posterior retirada da Coréia do Norte da lista de países patrocinadores do terrorismo.

A segunda fase consiste na destruição completa dos artefatos nucleares e os restantes 60%. A Coréia do Norte vai assinar e ratificar o Tratado de Não-Proliferação (TNP), enquanto os EUA comprometem-se a apoiar a autonomia da República Popular da Coréia, no atual regime de Pyongyang, após o desarmamento. (E os mísseis de defesa localizados na California e Alaska não serão utilizados).

O prazo estabelecido para o Estado Norte-Coreano é de um ano a partir da data de adoção desta cláusula, para cumprir as metas deste documento de trabalho. O qual dará origem a uma resolução final.

De acordo com o representante Russo, Rodrigo Moreira, em relação ao TNP, “os mísseis dos EUA não são motivo para a quebra do Tratado, que busca desenvolvimento maior para a Coréia do Norte”, afirma Moreira.

O acordo será acompanhado por inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

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